Hoje escrevi tão bobamente sobre a Mayna que passei o restante da manhã pensando se eu conseguiria me descrever assim. Claro q não...
Sai, andei... cheguei em casa, abri minha caixinha de coisas 'antigas' que insisto por algum motivo em manter em casa ainda. Ri pra caramba, e chorei também!
Acho q encontrei algumas coisas q me descrevem típo:
'o cabeção mais cabeça dura q eu conheço'
ou 'o carinho guardado em algum lugar desse coração de pedra'
ou 'a pessoa com o coração tão grande que cabe todo mundo e ainda sobra espaço especial pra algumas pessoas'
ou 'a menina mulher de 15 anos q não sabe porra nenhuma da vida'
ou a melhor: 'ela acredita no amor, só ainda não aprendeu como dizer isso a ele'
No fundo eu sempre fui assim: Ouvi gritos e sussurros sobre o meu jeito de ser. Acreditei um dia q tava errada e varias vezes que estava certa. Acho q somos incompreendidos por nós mesmos.
Acredito sim no amor. Mesmo. Mas no que é verdadeiro. Aquele que não pede, que aceita defeitos e exalta virtudes. Aquele que não se vinga em sentimentos e nem espera as mudanças da lua, planetas, sol. Aquele que diz 'eu amo e vou lutar por ti'!
Eu acredito e sempre acreditei nisso: algo q nunca tive, algo utópico, algo surreal, mas eu acreditei e acredito! Eu busquei me reconhecer, eu consegui!
Acredito na saudade das boas lembranças, do belo e único.
Eu tenho sim defeitos, tenho sim virtudes. Sou diferente de muita coisa q o mundo já viu. Mas sou eu, só eu, e pensei, penso e continuarei pensando que o amor, o carinho e a beleza vem de aceitar as pessoas como elas são...
Mas, afinal, também acredito na frase na minha caixinha que dizia: 'ela luta, ela conquista, ela consegue'!
E acredite! Pq eu queria amar assim... só assim... E sempre quis!
E me reconhecendo percebo q quero somente amar assim por reconhecimento... e isso não mudará!!!
Eu ri de mim mesma!!